s√°bado, 24 de abril de 2021

Contratos, Pactos, Promessas e Votos

 Por vezes temos contratos, pactos, promessas ou votos gerados nesta vida ou em vidas passadas guardados em n√≥s de forma consciente ou inconsciente. Eles servem a nossa evolu√ß√£o e ajudam-nos na altura em que os declaramos mas a partir do momento em que damos ou queremos dar um salto para outro patamar da nossa evolu√ß√£o alguns deles se tornam obsoletos. S√≥ que ainda continuam ativos! E podem estar a atrapalhar o nosso processo evolutivo.


Situa√ß√Ķes em que existem contratos, pactos, promessas ou votos podem ser: 
- quando na nossa vida existe alguém com a qual não é fácil o convívio
- situa√ß√Ķes que parecem de natureza c√°rmica
- o patr√£o menosprezar sempre um determinado funcion√°rio
- tendência a fazer sempre o mesmo erro
- repetir sempre o mesmo padr√£o
- tendência a estar sempre a mentir
- tendência a usar sempre a sedução
- a usar sempre a violência
- o abuso de poder
- a vitimiza√ß√£o 
- a submiss√£o
- a possessividade
- os ci√ļmes
- a inveja
- castidade 
- a crítica e o espírito crítico
- a falta de abund√Ęncia
- o isolamento e a solid√£o
- a manipulação
- o mau uso das energias sexuais 
- pr√°tica de magias negativadas 
- casamentos de vidas passadas que precisam de ser resolvidos e que est√£o a afectar o casamento actual com a mesma pessoa ou outra pessoa da outra vida
- namorad@s/ ex-namorad@s que est√£o a impedir que a nova rela√ß√£o avance 
- assuntos relacionados com propriedades
- condi√ß√Ķes com patamares muito exigentes que atribu√≠mos a n√≥s mesmos
- assuntos relacionados com empregos e empresas (n√£o conseguir sair de um emprego ou n√£o conseguir aceitar um emprego por exemplo)
- colegas de trabalho e/ou amigos (pactos de amizade ou negócios por exemplo)
- entre outros.

Cabe-nos a n√≥s analisar se queremos manter as coisas como est√£o porque n√£o nos s√£o prejudiciais ou se queremos rescindir estas determina√ß√Ķes porque est√£o a afectar a nossa evolu√ß√£o, impedindo-nos de avan√ßar interna e/ou externamente. 

Como √© que podemos rescindir os contratos, pactos, promessas ou votos? 
- afirmando:
      “Eu rescindo aqui e agora este contrato.” (Mentalize o que quer rescindir)
      “Eu rescindo todos os contratos.”
      “Eu rescindo aqui e agora todos os contratos com estas energias.” (Mentalize o que quer rescindir)

Ao realizar estas afirma√ß√Ķes muitos contratos poder√£o ser cancelados porque gravamos esta inten√ß√£o no Universo. Por√©m, alguns podem ser mais dif√≠ceis e a√≠ necessitam de uma terapia, um aux√≠lio extra. 

Com a Terapia Multidimensional que utilizo com o Reiki √© poss√≠vel realizar este tipo de cancelamentos bem como diversas outras situa√ß√Ķes. Por vezes durante uma Leitura Criativa tamb√©m pode ocorrer a necessidade de realizar este procedimento.
Quando limpamos o escuro uma luz maravilhosa aparece e resplandece a nossa vida. Por√©m, para que se possam rescindir contratos √© necess√°rio que a pessoa queira e esteja preparada para isso consciente e inconscientemente. H√° um momento chave para que tudo ocorra na nossa vida da√≠ a necessidade de prepara√ß√£o. N√£o podemos saltar na aprendizagem do nosso processo individual mas podemos tentar aceler√°-la. ☀️

Muita Luz, Amor & Paz ūüíĖ

terça-feira, 13 de abril de 2021

Confecionando o nosso Ser

 Confecionando o nosso Ser:


Descascar ressentimentos, ódios, invejas, julgamentos, orgulhos, vinganças.
Salpicos de luz cristalina.
Uma grande dose de amor incondicional.
Adicionar força de vontade.
Polvilhar com humildade.
Adicionar respeito.
Reforçar a paciência.
Espalhar alegria.
Agradecer este dia.
E voil√†! ūüėč❤️ūüíĖūüíĖ

sexta-feira, 2 de abril de 2021

Curiosidades sobre a P√°scoa

ūüź£ Curiosidades sobre a P√°scoa ūüź£ 

- O Coelho da P√°scoa no paganismo est√° associado √† fertilidade dada a grande capacidade que ele tem de se reproduzir. Tem como s√≠mbolo a deusa Ostara que era conhecida como a deusa da primavera altura em que a natureza renasce associado √† fertilidade. A lenda germ√Ęnica conta que Ostara decidiu transformar um p√°ssaro em coelho mas o p√°ssaro ficou descontente e pediu para retornar √† sua origem. Ostara concedeu o pedido e o p√°ssaro como forma de agradecimento decidiu dar ovos coloridos √† deusa. Ostara distribuiu os ovos pelas crian√ßas. 

Sob a vis√£o crist√£ o coelho se associa a Maria, m√£e de Jesus, porque os coelhos se podem reproduzir sem necessidade de contacto sexual. Contam as lendas que um coelho foi o primeiro ser a presenciar a ressurrei√ß√£o de Jesus e que esse animal era um s√≠mbolo de renova√ß√£o, pois quando terminava o inverno ele era o primeiro a sair da sua toca. Inicialmente o s√≠mbolo utilizado era a lebre mas com o tempo substituiu-se por um coelho por ser mais d√≥cil. 

 - P√°scoa ou Domingo de Ressurrei√ß√£o √© uma festividade religiosa e um feriado que celebra a ressurrei√ß√£o de Jesus ocorrida ao terceiro dia ap√≥s a sua crucifica√ß√£o no Calv√°rio. Acontece sempre no domingo depois da primeira Lua Cheia do equin√≥cio porque a P√°scoa tem origem judaica e a celebra√ß√£o da P√°scoa judaica tem inicio no equin√≥cio;

- A Páscoa tem origem judaica e deriva do termo hebraico "Pessach" que significa "Passagem". Significa o percurso feito pelos judeus depois de alcançarem a liberdade após um longo período em que foram escravizados no Egito. Depois de libertos os judeus fizeram a travessia do Mar Vermelho em busca da chamada Terra Prometida de acordo com a ordem directa de Javé a Moisés;

- A Páscoa para os cristãos significa a passagem da morte para a vida, ou seja, a ressurreição de Jesus Cristo;


- A meu ver quando falamos em P√°scoa para os crist√£os e referimos que Cristo se ofereceu em sacrif√≠cio para salvar a Humanidade do pecado sendo crucificado e morto e ressuscitando ap√≥s tr√™s dias apenas se deu porque Cristo entendeu que a Humanidade ainda n√£o estava preparada para uma evolu√ß√£o maior. A Humanidade ainda n√£o aguentava a sua luz e mudan√ßa que vinha estabelecer. Naquele momento a Humanidade gerou um carma e ao inv√©s de evoluir com os princ√≠pios de Jesus criando uma nova ordem de vida preferiu ir por outro caminho. Jesus nunca quis a crucifica√ß√£o. Jesus nunca quis nada disto. Nunca quis que igrejas tivessem cruzes com o seu corpo pregado nelas. Jesus queria, por miss√£o que tinha, implementar uma nova ordem neste mundo uma ordem de Amor, Paz e Luz e nada disso foi realizado. Ainda precisa de ser cumprida tal miss√£o. E j√° est√° em andamento. Cristo n√£o realizou milagres para sair da sua crucifica√ß√£o porque n√£o os queria usar nem vinha c√° para impressionar ningu√©m com os seus dons. Todos somos respons√°veis pelos nossos actos. Cristo vinha c√° para mostrar e ajudar o Ser Humano a atingir o seu potencial m√°ximo e tal como Jesus disse "Em verdade, em verdade vos digo: Aquele que cr√™ em mim, esse tamb√©m far√° as obras que eu fa√ßo e as far√° maiores do que esta; porque eu vou para o Pai.". Jesus entendeu que como a Humanidade n√£o estava preparada para evoluir mais deixou-se morrer na cruz e a sua ressurrei√ß√£o √© uma demonstra√ß√£o que a vida √© eterna remontando para a comprova√ß√£o da teoria da pluralidade das exist√™ncias ou reencarna√ß√£o. "167. Qual o fim objetivado com a reencarna√ß√£o? Expia√ß√£o, melhoramento progressivo da Humanidade. Sem isto, onde a justi√ßa?" "168. √Č limitado o n√ļmero das exist√™ncias corporais, ou o Esp√≠rito reencarna perpetuamente? A cada nova exist√™ncia, o Esp√≠rito d√° um passo para diante na senda do progresso. Desde que se ache limpo de todas as impurezas, n√£o tem mais necessidade das provas da vida corporal." "170. O que fica sendo o Esp√≠rito depois da sua √ļltima encarna√ß√£o? Esp√≠rito bem-aventurado; puro Esp√≠rito." Se a sorte do Ser apenas fosse deliberada com base somente na sua vida na mat√©ria sem necessidade de existir mais vidas que esta ou somente na sua vida espiritual fora da mat√©ria n√£o haveria balan√ßa com a qual Deus pudesse pesar todas as nossas a√ß√Ķes e ent√£o como se justificaria o facto de que uns t√™m mais ou menos do que outros? Ainda falta terminar a miss√£o de Jesus e tal processo j√° est√° a ocorrer. A Humanidade tem de se preparar para n√£o voltarmos a cometer os mesmos erros do passado. O passado serve para aprender e depois de aprendida a li√ß√£o devemos libertar-nos dele e de todas as nossas escurid√Ķes para entrarmos numa vibra√ß√£o mais elevada mais luminosa, gerarmos um corpo de luz porque Jesus √© um Ser de Luz e quer que n√≥s sejamos Luz. 


Com Amor & Luz ūüíĖ

Fonte: Wikipedia, Calendarr.com, O Livro dos Espíritos de Allan Kardec

Curiosidades sobre o Natal

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 - O termo Natal prov√©m do latim "nativitas", que significa "nascimento". Por sua vez, prov√©m do verbo "nasci", que equivale a "nascido";

- O maior acontecimento na Hist√≥ria da Humanidade, para os crist√£os, √© o nascimento de Jesus Cristo, na noite de 24 para 25 de Dezembro. O Natal ter√° sido estabelecido no ano 350, quando o Papa J√ļlio I, Bispo de Roma, oficializou o dia para coincidir com uma festa pag√£ que homenageava o deus "Sol Invictus";

- Verde, vermelho e dourado s√£o as cores mais utilizadas. O conjunto remete aos presentes dos Reis Magos; ouro (dourado), incenso (vermelho) e mirra (verde). Outros adere√ßos, como as bengalinhas, representam Cristo como o bom pastor. As l√Ęmpadas evocam as antigas velas e aludem ao triunfo da Luz sobre a Escurid√£o;

- No antigo calendário cristão, o dia 24 de Dezembro era dedicado a Adão e Eva. As igrejas encenavam a história para o povo que não sabia ler. O Paraíso era representado por uma árvore carregada de frutos;

- As árvores eram decoradas com diversos símbolos. Colocar rosas, por exemplo, representava a Virgem Maria, e as hóstias, o arrependimento pelos pecados;

- Na Madeira, o Natal é a "Festa" e o presépio é conhecido por "lapinha". Nos Açores, as famílias e os amigos visitam-se e no convívio provam licores e vinhos finos que chamam "mijinho do Menino". Entre os populares o convite é feito mais ou menos nestes termos: "não queres provar o chichi do meu menino?";

- No Norte de Portugal e das Beiras, é tradição queimar os "lenhos de Natal ou cepos" nos adros das igrejas. Em muitas aldeias, as fogueiras são mantidas acesas até ao Dia de Reis;

-  A can√ß√£o "Noite Feliz" foi criada na √Āustria em 1818 por iniciativa do padre Joseph Mohr, que teve a ideia de imaginar como teria sido a noite do nascimento de Jesus. Depois, procurou o m√ļsico Franz Gruber para criar a melodia;

- Em 143, o Papa São Telesforo estabeleceu a tradição de rezar uma missa que ficou conhecida como a Missa do Galo. Uma lenda refere que um galo cantou no dia do nascimento de Jesus Cristo, anunciando o seu nascimento;


PAI NATAL

- O Pai Natal relaciona-se com São Nicolau, Bispo de Mira (Turquia), que viveu no século IV. O religioso tornou-se lendário porque, além dos milagres que lhe são atribuídos, oferecia anonimamente presentes aos mais necessitados;

- A partir do s√©culo XIX, o Pai Natal come√ßou a ser considerado s√≠mbolo do Espirito de Natal. O Bispo deu lugar a uma figura alegre, de longas barbas, com um casaco comprido com capuz vermelho, mas tamb√©m castanho, verde, azul; 

- Em 1823, um jornal dos Estados Unidos publicou o poema "The Night Before Cristmas", que descrevia um senhor idoso que se deslocava com um ternó e entrava nas casas pela chaminé. A publicação foi anónima, mas foi atribuída ao professor Clement Clarke Moore;

- Em 1863, o cartonista americano Thomas Nast fez uma ilustração que foi parar na capa da revista "Harper's Weekly". A figura já tinha barba grande e roupa vermelha;

- Em 1915, a "White Rock Beverages" foi a primeira marca a utilizar o Pai Natal para promover a sua √°gua mineral;

- Em 1931, a "Colca-Cola" contratou Haddon "Sunny" Sundblom para criar a campanha de Natal, nascendo o Pai Natal como o conhecemos. A antiga e tristonha imagem do Pai Natal foi transfigurada numa versão rechonchuda, colorida e divertida, vestida de vermelho e com um cinto preto, as coras da "Coca-Cola". A tradição só vingou nos Estados Unidos da América em 1933 depois de a Casa Branca ter sido enfeitada com uma árvore de Natal;


PRES√ČPIO

- A palavra presépio vem do latim "prasepium" e significa "estábulo" ou "estrebaria";

- S. Francisco de Assis é considerado o "criador" do Presépio. No século XIII, celebrou a Missa de Natal numa gruta e não numa igreja. Nesse local, colocou um boi e um burro reais, feno e imagens do Menino Jesus, da Virgem Maria e de S. José. A ideia era simular o nascimento de Cristo para os camponeses;

- O primeiro presépio criado num lar surgiu em 1567, na casa da Duquesa de Amalfi, Constaza Piccolomini;


√ĀRVORE DE NATAL

- A árvore sempre foi entendida como um símbolo divino, a "árvore da Vida". Essas crenças ligavam as árvores a entidades mitológicas e sua projecção vertical, desde as raízes fincadas no solo, marcava a simbólica aliança entre os céus e a mãe terra ou entre o Espírito e a Matéria. A árvore "decorada" é uma tradição que remonta à antiguidade;

- Os romanos enfeitavam árvores em honra a Saturno, deus da Agricultura. As chamadas "Festas Saturnais" decorriam entre 17 e 24 de Dezembro, durante as quais trocavam presentes. Também os egípcios, no dia mais curto do ano (em Dezembro) levavam ramos de palmeiras para dentro das casas, como símbolo de triunfo da Vida sobre a Morte;

- Nas culturas célticas, os druídas decoravam velhos carvalhos com maçãs douradas. Nas vésperas do Solstício de Inverno, os povos pagãos cortavam pinheiros que decoravam em casa;

- No s√©culo VIII, o monge beneditino S√£o Bonif√°cio tentou acabar com a cren√ßa pag√£ que havia na Tur√≠ngia, onde missionava. Com um machado cortou um pinheiro sagrado, que os locais adoravam no alto de um monte. O insucesso da miss√£o motivou uma altera√ß√£o anal√≥gica da simbologia: o monge decidiu associar o formato triangular do pinheiro √† Sant√≠ssima Trindade e suas folhas resistentes e perenes √† Eternidade de Jesus. Nascia a √Ārvore de Natal;

- Reza a história que a primeira árvore de Natal foi decorada em Riga, na Letónia, em 1510. Na Alemanha, o advento desta tradição atribuiu-se a Martinho Lutero, em 1530. Certa noite, Lutero ficou impressionado com a beleza dos pinheiros cobertos de neve. As estrelas do céu ajudaram a compor a imagem que Lutero reproduziu com galhos de árvore em sua casa. Estrelas e algodão mostravam a beleza da floresta;

- A tradi√ß√£o foi importada para a Gr√£-Bretanha no in√≠cio do s√©culo XVII. Costume foi consolidado em 1846, depois da "Illustrated London News" publicar uma imagem da Rainha Vit√≥ria e Alberto com os seus filhos, junto √† √Ārvore de Natal no castelo de Windsor;

- Em Portugal, a tradi√ß√£o foi importada em 1836, por D. Fernando II. O monarca mandou montar no Pal√°cio da Pena (Sintra) a √Ārvore de Natal num pinheiro n√≥rdico. Vestido de S√£o Nicolau, distribuiu presentes pelos seus sete filhos;

- Manda a tradi√ß√£o que a √Ārvore de Natal deve ser montada a 8 de Dezembro, dia da Imaculada Concei√ß√£o. O encerramento das festividades natal√≠cias √© a 6 de Janeiro, data que assinala a chegada dos Tr√™s Reis Magos a Bel√©m, designada Dia de Reis.


Fonte: Jornal Freguês